O estudo apresentou uma amostra de sete indivíduos do sexo feminino de 19 á 59 anos com cadeia ascendente acometida.

As participantes realizaram o exame de baropodometria onde foram avaliadas as variáveis: 
- Centro de massa do pé
- Área de comprimento de linha do centro de gravidade
- Localização do centro de gravidade 
- Pico de pressão plantar

Foi feita a avaliação fisioterapêutica da cadeia lesional ascendente, e os testes: 
- Gillet, 
- Posicionamento das Disfunções do Ilíaco, 
- Teste de Flexão Sentado (TFS), 
- Cinesiofuncional das articulações talo crural e subtalar,0
- Ângulo Poplíteo e discrepância de membros inferiores (DMI). 

Foi então realizada a manobra osteopática Lumbar Roll e as correções das hipomobilidades nas articulações talo crural e subtalar.

Após sete dias foi realizada a segunda baropodometria e os dados foram comparados. Nos resultados, todas as variáveis baropodométricas alteraram pós-manipulação; obteve-se correlação do TFS PRÉ com DMI, Centro de Gravidade com Centro de Massa do Pé PRÉ, e na pós-manipulação DMI com TFS PÓS, com uma significância entre o TFS e a DMI. 
Concluindo, funcionalmente houveram mudanças positivas, porém sugere-se que o período para a reavaliação seja mais longo.

Fonte: "A osteopatia e a relação das disfunções sacroilíacas associados às variáveis baropodométricas"

https://www.inspirar.com.br/wp-content/uploads/2018/01/revista-inspirar-ms-44-534-2016.pdf